quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Sessão de esclarecimento sobre Comércio Justo
No dia 29 de Fevereiro, o senhor Miguel Pinto veio à nossa escola para falar sobre o comércio justo.
Começou por falar da importância do voluntariado e, como exemplos, deu algumas das suas experiências: acompanhou invisuais em Itália; ofereceu a sua voz para gravação de leitura de livros também para invisuais; organizou, com um grupo de amigos, a associação de desportos radicais de Amarante que se ofereceu para pintar a Torre de Amarante; colaborou na criação do cineclube de Amarante…
Em seguida, mostrou um Mapa do Mundo diferente daqueles que estamos habituados a ver que são feitos por europeus, porque nestes é a Europa que está no centro mas o centro do mundo é relativo à importância que cada um lhe dá. Os países pobres têm tanto direito a ser “o centro do mundo” como os mais ricos.
Depois falou, então, sobre o comércio justo, e explicou que os maiores produtores de, por exemplo, cacau, algodão, chá, café, bananas … são, na sua maioria, países pobres. Esses países são muito explorados pelos países mais ricos por terem mão-de-obra muito barata e numerosa. Com base neste facto, a associação mundial do comércio justo pretende, sem fins lucrativos, reequilibrar este fenómeno através da compra destes produtos a um preço justo, directamente aos produtores e para principal benefício deles.
Finalmente, o senhor Miguel Pinto disse que para ajudar os países pobres não serve dar-lhes dinheiro e alimento porque, assim que acabar, voltarão a ter falta; devemos, sim, valorizar os seus próprios recursos face aos países mais ricos.
Leonor Andrade
6ºB
Começou por falar da importância do voluntariado e, como exemplos, deu algumas das suas experiências: acompanhou invisuais em Itália; ofereceu a sua voz para gravação de leitura de livros também para invisuais; organizou, com um grupo de amigos, a associação de desportos radicais de Amarante que se ofereceu para pintar a Torre de Amarante; colaborou na criação do cineclube de Amarante…
Em seguida, mostrou um Mapa do Mundo diferente daqueles que estamos habituados a ver que são feitos por europeus, porque nestes é a Europa que está no centro mas o centro do mundo é relativo à importância que cada um lhe dá. Os países pobres têm tanto direito a ser “o centro do mundo” como os mais ricos.
Depois falou, então, sobre o comércio justo, e explicou que os maiores produtores de, por exemplo, cacau, algodão, chá, café, bananas … são, na sua maioria, países pobres. Esses países são muito explorados pelos países mais ricos por terem mão-de-obra muito barata e numerosa. Com base neste facto, a associação mundial do comércio justo pretende, sem fins lucrativos, reequilibrar este fenómeno através da compra destes produtos a um preço justo, directamente aos produtores e para principal benefício deles.
Finalmente, o senhor Miguel Pinto disse que para ajudar os países pobres não serve dar-lhes dinheiro e alimento porque, assim que acabar, voltarão a ter falta; devemos, sim, valorizar os seus próprios recursos face aos países mais ricos.
Leonor Andrade
6ºB
sexta-feira, 14 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Semana da Leitura

Entre os dias 3 e 7 de Março, vai decorrer a Semana da Leitura. A biblioteca da nossa escola vai estar muito animada.
As nossas turmas, 5ºA e 5ºB, vão apresentar a dramatização de “Toca e foge ou a flauta sem mágica – o nosso final”, que é a adaptação de um texto de António Torrado.
Além das nossas turmas, vão participar alunos desde os mais pequenos até ao 9º ano. Teremos as exposições “Interculturalidade”( com trabalhos de Área de Projecto das turmas de 5º e 6º anos) e ”Ser poeta…” ( com trabalhos de alunos do 9º ano); muitas dramatizações; a apresentação do poema colectivo “Variações sobre um nocturno” (feito pelos alunos do 9º ano, partindo de um poema de David Mourão Ferreira); o lançamento de papagaios com poemas elaborados pelos alunos do 8º A, a cerimónia de oferta à BE/CRE do livro “O nosso auto da Barca do Inferno” com texto adaptado pelos alunos do 9º ano; a “Estafeta da leitura e da escrita”; vários concursos, e também uma exposição/venda de Comércio Justo. Esta exposição/venda de Comércio Justo vai estar aberta na Biblioteca da Escola do 1º Ciclo de Castelo de Vide, onde poderemos comprar objectos de vários países.
Vai ser uma semana muito divertida, porque vamos poder mostrar os nossos trabalhos a toda a escola.
Lídia Barroqueiro, 5º B
Vanessa Ávila, 5º A
As nossas turmas, 5ºA e 5ºB, vão apresentar a dramatização de “Toca e foge ou a flauta sem mágica – o nosso final”, que é a adaptação de um texto de António Torrado.
Além das nossas turmas, vão participar alunos desde os mais pequenos até ao 9º ano. Teremos as exposições “Interculturalidade”( com trabalhos de Área de Projecto das turmas de 5º e 6º anos) e ”Ser poeta…” ( com trabalhos de alunos do 9º ano); muitas dramatizações; a apresentação do poema colectivo “Variações sobre um nocturno” (feito pelos alunos do 9º ano, partindo de um poema de David Mourão Ferreira); o lançamento de papagaios com poemas elaborados pelos alunos do 8º A, a cerimónia de oferta à BE/CRE do livro “O nosso auto da Barca do Inferno” com texto adaptado pelos alunos do 9º ano; a “Estafeta da leitura e da escrita”; vários concursos, e também uma exposição/venda de Comércio Justo. Esta exposição/venda de Comércio Justo vai estar aberta na Biblioteca da Escola do 1º Ciclo de Castelo de Vide, onde poderemos comprar objectos de vários países.
Vai ser uma semana muito divertida, porque vamos poder mostrar os nossos trabalhos a toda a escola.
Lídia Barroqueiro, 5º B
Vanessa Ávila, 5º A
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Dia de S. Valentim

Para comemorar esta data, a BE/CRE dinamizou um concurso, tendo por base os “Lenços de Namorados” ou “Lenços de Pedidos”, típicos do Norte de Portugal.
Em tempos que já lá vão, as raparigas apaixonadas costumavam oferecer, ao seu namorado, um lenço bordado por elas, com uma quadra da sua autoria. Por vezes, bordavam com erros ortográficos.
Propusemos aos alunos que assinalassem e corrigissem os erros de alguns dos lenços expostos, tendo os mesmos participado com grande entusiasmo.
Em tempos que já lá vão, as raparigas apaixonadas costumavam oferecer, ao seu namorado, um lenço bordado por elas, com uma quadra da sua autoria. Por vezes, bordavam com erros ortográficos.
Propusemos aos alunos que assinalassem e corrigissem os erros de alguns dos lenços expostos, tendo os mesmos participado com grande entusiasmo.
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